junho 30, 2003
Absolutamente esguias!

E não deixe de visitar a seção de amadoras: graça e espontaneidade.
(Como o site foi atualizado pela última vez em junho de 1999, talvez as modelos não estejam tão magras atualmente).
Publicado por Marcus Moura
10:07 PM |
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junho 29, 2003
Da série "Ser gato é tudo de bom" - III


Ravel e Tim prestam enorme atenção em um cara que imita sons dos mais variados tipos. Sim, gatos gostam de ver TV. Mas precisava ser o "Domingão do Faustão"? Esses gatos já tiveram o gosto mais apurado. Domingo de tédio dá nisso.
Publicado por Marcus Moura
07:04 PM |
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Boohbah!

Apresente este site para alguém bem pequeno. Vida inteligente na internet para crianças até quatro anos. Muito legal.
Publicado por Marcus Moura
03:51 PM |
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junho 28, 2003
O cão espacial
Eu não tenho a menor idéia do que seja isto. Tem umas fotos de um cachorro vestido de super-herói, com a legenda "The Space Dog - beetle calcium". O resto está todo escrito em japonês. Se a gente clica no cachorro vai parar numa página com mais fotos do tal cão e um link para encomendar (O quê?? O quê???). E ainda por cima fica tocando um eletrônico muito qualquer nota.
Sábado à noite em casa, com dor de dente e o DVD quebrado, é difícil, muito difícil...
Publicado por Marcus Moura
10:08 PM |
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A máquina de criar super-heróis
Não agüenta mais o Hulk? Cansou do Homem-Aranha? O Batman está cada vez mais esquisitão? O Super-Homem está mais super-chato a cada dia que passa? Os X-Men ficaram famosos e metidos a besta? Então crie seus próprios super-heróis com a HeroMachine e desperte o Stan Lee que mora em você.
Publicado por Marcus Moura
09:59 AM |
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junho 27, 2003
Estupla mas não mata, né?
É mais ou menos como o Paulo Maluf falou, há alguns anos atrás, mas agora com sotaque japonês.
O ex-ministro de estado Seiichi (idi)Ota, do Partido Democrático Liberal japonês, disse ontem, durante um debate, que o estupro é um sinal de virilidade e que, por isso, está tudo bem. Portanto, segundo ele, estupradores podem ser considerados quase normais.
Então tá.
É claro que essa máxima (mínima!) do ex-ministro gerou a maior discussão no Japão, com reações horrorizadas de políticos de todos os partidos, incluindo o primeiro ministro Junichiro Koizumi que, irritadíssimo e sem qualquer sutileza, disse que o honolável legislador "merecia ser estuprado". Koizumi disse ainda que o "estupro é um ato de covardia atroz e que nada tem a ver com qualidades viris".
Mas o (idi)Ota argumentou que não foi bem assim, que não era bem isso que ele queria dizer, que se expressou mal, que foi mal interpretado, etc. O que, na verdade, ele quis dizer foi: "se um homem quer ficar com alguém do sexo oposto deve procurar por uma parceira para casamento". Ah bom! Que susto! Como a gente entende mal as pessoas...
Precisamos apresentar o Seiichi (idi)Ota ao Paulo Maluf. Eles devem ter muito o que conversar.
Publicado por Marcus Moura
11:06 AM |
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junho 26, 2003
As reivindicações do pênis
Recebi por e-mail, do meu amigo Raul, esse besteirão:
"Eu, Pênis, solicito aumento de salário pelas seguintes razões:
- Faço esforço físico no cumprimento de minhas funções;
- Trabalho em grandes profundidades;
- Mergulho de cabeça em tudo que faço;
- Não descanso em finais de semanas ou feriados nacionais;
- Trabalho em ambiente extremamente úmido;
- Não recebo horas extras;
- Trabalho em ambiente sem iluminação e ventilação adequadas;
- Trabalho sob altas temperaturas, sem climatização;
- Meu trabalho me expõe a doenças contagiosas."
A resposta dos julgadores do processo:
"Sr. Pênis,
Após revisão de seu pedido e considerando seus argumentos, a administração REJEITOU suas reivindicações, baseando-se nos seguintes fatos:
- O Sr. não trabalha oito horas ininterruptamente;
- O Sr. dorme durante o expediente, após curtos períodos de trabalho;
- O Sr. não segue sempre as ordens da gerência;
- O Sr. não permanece em seu local de trabalho e costuma visitar outras repartições;
- O Sr. não toma iniciativas;
- O Sr. precisa ser pressionado e estimulado para começar a trabalhar;
- O Sr. deixa o ambiente de trabalho bagunçado ao final do turno;
- O Sr. nem sempre observa os regulamentos de segurança necessários, tais como vestir a correta roupa protetora;
- O Sr. se aposentará muito antes dos 65 anos;
- O Sr. é incapaz de trabalhar em turnos dobrados;
- O Sr. muitas vezes abandona sua posição de trabalho antes de completar a tarefa.
- E, se tudo isso não bastasse, temos observado o Sr. entrar e sair do seu local de trabalho carregando dois sacos de aparência suspeita."
É, isso já foi um blog mais sério...
Publicado por Marcus Moura
10:23 AM |
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Quer sobrevoar o topo do monte Everest?
É rápido, é fácil. Clique aqui.
Publicado por Marcus Moura
01:14 AM |
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junho 25, 2003
Iluminando a Renascença

Iluminura - do latim "illuminare", "preencher com luz ou iluminar". Uma pintura em um manuscrito que "acende" a página com cores radiantes, especialmente com o fulgor do ouro e da prata.
Antes de Gutemberg os livros eram feitos à mão, o que garantia pouquíssimas cópias, mas primorosos trabalhos de artistas que decoravam as páginas dos manuscritos com belíssimos desenhos, chamados de iluminuras. O apogeu desta arte ocorreu entre 1470 e 1560, em livros produzidos na região de Flandres, que hoje é parte da Bélgica e da França. A iluminura flamenga produziu alguns dos mais belos trabalhos de arte da Renascença, revolucionando a aparência das páginas ilustradas, com técnicas que dominavam inteiramente o uso da luz e de texturas.
O Jean Paul Getty Museum, em Los Angeles, está apresentando até o dia 7 de setembro deste ano a exposição "Iluminando a Renascença", reunindo pela primeira vez os melhores trabalhos dos iluministas flamengos.
E se Los Angeles está longe, o sensacional website da exposição está a um clique do mouse. Muito bem construído, o site apresenta o melhor da exposição, com muita interatividade e informação, permitindo uma visualização perfeita dos menores detalhes dos trabalhos apresentados. É genial, não deixe de visitar.
Publicado por Marcus Moura
10:13 PM |
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junho 21, 2003
As canções não continuaram as mesmas
How the West Was Won é uma caixa com três CDs com gravações ao vivo do Led Zeppelin realizadas em 1972 na California, nos dias 25 e 27 de junho, e que permaneceram inéditas até agora. Compiladas por Jimmy Page, essas gravações mostram o Led em sua melhor forma, no auge de sua merecida fama, há exatos 31 anos. Prepare-se para vinte e cinco minutos de Dazed and Confused, vinte e três minutos de Whole Lotta Love, quase vinte minutos de Moby Dick, além de Stairway to Heaven, Going to California, Heartbreaker, etc. Energia pura, puro rock. Essencial.
Publicado por Marcus Moura
11:44 PM |
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junho 20, 2003
Da série "Ser gato é tudo de bom" - II


Ravel decidiu que se o ET pode ficar o tempo todo em cima do monitor, ele também pode. E não se fala mais nisso.
Publicado por Marcus Moura
11:04 AM |
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junho 19, 2003
O tradutor não viu Mary Poppins
A indefesa tenente Avery está amarrada em uma cadeira, cheia de dinamite em baixo, e o vilão, com toda a situação sob controle, debocha quando ela arrisca um palpite sobre seus métodos. "Supercalifragilistic!" diz ele, sarcástico. E o tradutor manda a seguinte pérola na legenda: "Superfragilizado!". Palavra que não fez, é claro, o menor sentido com a trama que rolava na tela. Isto aconteceu durante o seriado John Doe (é, eu me amarro), hoje na Fox. Supercalifragilistic é a abreviação de "Supercalifragilisticexpialidocious", exótica palavra e título de uma musiquinha que quem viu Mary Poppins certamente deve se recordar. O tradutor não viu e escreveu qualquer coisa no lugar. Deixou-se levar pela sonoridade. Uma besta, enfim.
Enquanto isso, outro dia, no Jornal do Brasil, o suposto jornalista responsável pelo obituário, ao falar da morte do Al Hartley, disse que ele era o autor da "fita cômica" (comic strip: "tirinha", como se costuma falar em português) Archie. Um primor de tradução at the foot of the letter. Lindo, né?
Ler o livro "Saco de Ossos", do Stephen King, publicado no Brasil pela respeitável - pelo menos até eu me deparar com a tradução/revisão que eles fizeram - editora Objetiva, é um exercício de puro terror que nada tem a ver com o macabro enredo da história. Lá encontraremos verdadeiras jóias, tais como: "o lugar fica há cerca de tantos quilometros", sentenças com ausência total de pontuação, sinistros erros de concordância, e por aí vai.
Lembro ainda que há alguns anos estava assistindo ao vídeo do filme "Minha Amada Imortal" (Immortal Beloved), com o Gary Oldman fazendo o papel de Beethoven. Lá pelas tantas uma personagem fala "I forgave him 'cause of The Ode to Joy" (Eu o perdoei por causa do Hino à Alegria), a famosa Nona Sinfonia. Apareceu na legenda: "Eu o perdoei por piedade". Novamente o sentido foi pelo ralo. Tenha dó!
Fico assustado quando assisto a um filme falado em russo, japonês, chinês, iraniano ou qualquer outra língua que não compreeendo. De repente os diálogos foram todos reescritos durante um espasmo de criatividade do tradutor e a gente fica lá, bobamente olhando para a tela dizendo: "filme de arte é assim mesmo, hermético, não dá prá entender direito mesmo não..."
Publicado por Marcus Moura
11:25 PM |
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junho 18, 2003
Seqüestraram a governadora!
Recebi por e-mail. Como é melhor rir do que chorar, compartilho com vocês, coração pleno de esperança:
Um motorista para no trânsito do Rio de Janeiro e alguém bate no vidro do carro dele e diz:
"A governadora Rosinha foi seqüestrada e o resgate é de 50 milhões de dólares. Se o resgate não for pago, o seqüestrador vai jogar gasolina e atear fogo nela. Nós estamos arrecadando contribuições. Você gostaria de participar?"
O homem no carro pergunta:
"Na média, quanto o pessoal está doando?"
O outro homem responde:
"Em torno de 5 a 10 litros".
Quem dera...
Publicado por Marcus Moura
09:45 PM |
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junho 15, 2003
Os gatos do Jockey


Está acontecendo neste momento, em frente ao Jockey Club do Rio de Janeiro, uma manifestação contra a crueldade que vem sendo praticada pela direção do clube com os gatos que habitam aquelas redondezas, que estão sendo confinados em um gaiolão onde ficam expostos à chuva, ao calor, ao frio e sem os cuidados que voluntários costumavam prestar àqueles animais, já há alguns anos.
Ninguém acha que seja obrigação do Jockey abrigar felinos, porém exterminá-los com requintes de crueldade não é solução para o problema. A postura dos voluntários é a de vacinar os animais, castrá-los para evitar o crescimento descontrolado da população e organizar campanhas de adoção. A atitude do Jockey Club vem impossibilitando todas essas iniciativas, que aconteciam até o ano passado. O estado atual dos gatos do Jockey é de reféns da maldade da atual direção.
Crueldade contra a vida, em todas as suas formas, é um ato criminoso, sejam as vítimas animais, florestas ou pessoas.
Os gatos do Jockey precisam de nosso apoio: gatosdojockey@yahoo.com.br.
Expresse seu repúdio enviando um e-mail para: internetjcb@jcb.com.br (mande cópias para cesarmaia.IPLAN@pcrj.rj.gov.br)
Publicado por Marcus Moura
12:27 PM |
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junho 09, 2003
O pixador filósofo

Ficar parado num engarrafamento faz a gente prestar atenção em qualquer besteira e ainda por cima fotografá-la. O cara escala a parede do prédio só para escrever esta máxima (tá mais prá mínima, né não?).
Publicado por Marcus Moura
10:30 PM |
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junho 06, 2003
A era da imagem
por Lenke Pavetits

Pare, olhe e pense: é real tudo aquilo que você vê? Tradição francesa, o trompe l´oeil extrapolou a decoração de paredes, ganhou animação, as telas de cinema, as artes em geral e virou conceito filosófico. 'Matrix' e suas dúvidas sobre realidade são um exemplo disso. Não é à toa que o criador dessa estética Matrix - as cenas de luta paradas pela câmera fotográfica e aparentes sobre vários ângulos -, o fotógrafo Emmanuel Carlier, é uma das estrelas da exposição "Movimentos improváveis, o efeito do cinema na arte contemporânea", em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil.
Autor da obra "Temps mort", em exibição, Carlier, inspirado por um trecho do escritor Stéphane Zagdanski - "o tempo nunca morre, faz morrer" - partiu, em 1990, para o que chama de "mutação genética". Reuniu 50 câmeras com o obturador aberto em volta de um modelo e, ao espoucar do flash, todas registraram ao mesmo tempo uma faceta do que viam. O fotógrafo então filmou os slides em cima de um painel luminoso com uma câmera simples. "Quando vi o que tinha feito, joguei o casaco em cima da tela e passei três meses sem olhar de novo. Achei que tinha cometido um sacrilégio", conta.
Criador da técnica que elevou o cubismo à animação do cinema, Carlier comenta a estranheza e fascinação que sua obra causa. "As pessoas ficam incomodadas porque não é manipulação de computador, é a realidade. Diferente de Marey e Muybridge, precursores dos irmãos Lumiére, que queriam criar o movimento, eu parei o movimento", explica.
Essa interferência no movimento o inseriu no rol de 15 artistas contemporâneos escolhidos pelo curador Philippe Dubois para participar da mostra. Professor de Cinema da Sorbonne, pesquisador da arte cinematográfica, Dubois diz que movimento é a base da vida e da relação humana com o mundo. Partindo desse princípio, sua pesquisa se desdobra em o que as artes podem fazer além de apenas reproduzi-lo e como obras de arte podem criar movimentos difíceis de serem precisados. "No museu, o espectador fica estático e a obra também parada. No cinema, você fica parado e a obra se mexe. Aqui os dois se deslocam", explica o parisiense típico.
Ivana Bentes, mentora da exposição, vai mais longe. Sua idéia primordial é definir a importância da imagem na cultura contemporânea. "É uma questão que está sendo intuída, mas ainda não foi conceitualizada", acredita. Da perseverança de Ivana surgiu a idéia de sacramentar esse conceito no Brasil utilizando os conhecimentos de Dubois. "Foram seis meses de estudo para escolher obras e artistas e um ano para o projeto ser aprovado. Trabalhamos com um orçamento modesto e fizemos milagre com ele. Em parte, porque todos os artistas abriram mão dos direitos autorais".
A antevisão do brasileiro Helio Oiticica é reverenciada na exposição. A obra "Cosmococas", de 1973, fica em sala separada dos outros trabalhos expostos. Colchões no chão da sala tornam a visão do espectador mais confortável enquanto imagens de rostos sujos de cocaína surgem pelas paredes. Outro trabalho que chama a atenção é "Time machine", do alemão Egbert Mittelstädt que com uma câmera panorâmica Seitz Roundshot filmou e fotografou os usuários de um trem expresso em Tóquio. Às fotografias inanimadas foram sobrepostas as mesmas imagens em movimento dando um aspecto fantasmagórico. Na exposição do CCBB, a sensação de irrealidade está em toda parte. 'É o ser ou não ser' de Hamlet em versão contemporânea.
"Movimentos improváveis, o efeito do cinema na arte contemporânea". Centro Cultural Banco do Brasil - Rua Primeiro de Março, 66 - Centro - Rio de Janeiro
(2802-2020). De terça a domingo, das 12h às 20h. Entrada franca.
****
E com o texto acima inauguramos (em grande estilo) os posts de convidados do impressões.
Lenke Pavetits é jornalista especializada em cultura que sonha ser dona de jornal e que, enquanto não consegue bancar o papel e a gráfica, vai mandando seus textos na íntegra para os blogs de amigos.
Valeu, Lenke! O impressões estará sempre às ordens.
Publicado por Marcus Moura
05:38 PM |
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Solidariedade animal

O solidário gato Tim não mede esforços para evitar que eu sofra das terríveis dores oriundas do cansaço muscular por ser obrigado a trabalhar horas a fio para comprar a ração caríssima que ele e o irmão consomem.
Publicado por Marcus Moura
04:19 PM |
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junho 04, 2003
A volta do Audiogalaxy
Renascido das cinzas, mas com plumagem nova e que não deve ter agradado muito os seus antigos usuários, o Audiogalaxy retorna com um produto chamado Rhapsody. Ao custo de U$9.95 mensais, quem assinar o serviço terá à disposição um acervo de 19.200 albuns de mais de 8.300 artistas, ou top artists, como eles falam no site da empresa, o que parece limitar muito o encontro de raridades que o antigo serviço gratuito (mas sem as bençãos da indústria fonográfica) possibilitava.
Estes quase dez dólares por mês pagam somente a audição on line do acervo: o Rhapsody é essencialmente uma rádio on line que permite apenas o streaming de músicas com qualidade de CD. Nada pode ser armazenado localmente, a não ser que seja pago um adicional de U$0.79 por faixa, que será gravada diretamente para o CD-R. Não tem MP3 na história.
Devido a restrições no licenciamento das faixas, este serviço de assinaturas está sendo oferecido, no momento, apenas para pessoas que residam nos Estados Unidos. E só roda em Windows. A Apple oferece um serviço similar para usuários de Mac, o ITunes, lançado recentemente com grande alarde, mas, da mesma forma, disponível apenas para o mercado americano.
Publicado por Marcus Moura
12:28 PM |
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Conceitual

Isso aí em cima é a parede do elevador do prédio onde moro. Pura arte, quase uma instalação.
Publicado por Marcus Moura
11:30 AM |
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