junho 21, 2003
As canções não continuaram as mesmas
How the West Was Won é uma caixa com três CDs com gravações ao vivo do Led Zeppelin realizadas em 1972 na California, nos dias 25 e 27 de junho, e que permaneceram inéditas até agora. Compiladas por Jimmy Page, essas gravações mostram o Led em sua melhor forma, no auge de sua merecida fama, há exatos 31 anos. Prepare-se para vinte e cinco minutos de Dazed and Confused, vinte e três minutos de Whole Lotta Love, quase vinte minutos de Moby Dick, além de Stairway to Heaven, Going to California, Heartbreaker, etc. Energia pura, puro rock. Essencial.
Publicado por Marcus Moura
11:44 PM |
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junho 20, 2003
Da série "Ser gato é tudo de bom" - II


Ravel decidiu que se o ET pode ficar o tempo todo em cima do monitor, ele também pode. E não se fala mais nisso.
Publicado por Marcus Moura
11:04 AM |
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junho 19, 2003
O tradutor não viu Mary Poppins
A indefesa tenente Avery está amarrada em uma cadeira, cheia de dinamite em baixo, e o vilão, com toda a situação sob controle, debocha quando ela arrisca um palpite sobre seus métodos. "Supercalifragilistic!" diz ele, sarcástico. E o tradutor manda a seguinte pérola na legenda: "Superfragilizado!". Palavra que não fez, é claro, o menor sentido com a trama que rolava na tela. Isto aconteceu durante o seriado John Doe (é, eu me amarro), hoje na Fox. Supercalifragilistic é a abreviação de "Supercalifragilisticexpialidocious", exótica palavra e título de uma musiquinha que quem viu Mary Poppins certamente deve se recordar. O tradutor não viu e escreveu qualquer coisa no lugar. Deixou-se levar pela sonoridade. Uma besta, enfim.
Enquanto isso, outro dia, no Jornal do Brasil, o suposto jornalista responsável pelo obituário, ao falar da morte do Al Hartley, disse que ele era o autor da "fita cômica" (comic strip: "tirinha", como se costuma falar em português) Archie. Um primor de tradução at the foot of the letter. Lindo, né?
Ler o livro "Saco de Ossos", do Stephen King, publicado no Brasil pela respeitável - pelo menos até eu me deparar com a tradução/revisão que eles fizeram - editora Objetiva, é um exercício de puro terror que nada tem a ver com o macabro enredo da história. Lá encontraremos verdadeiras jóias, tais como: "o lugar fica há cerca de tantos quilometros", sentenças com ausência total de pontuação, sinistros erros de concordância, e por aí vai.
Lembro ainda que há alguns anos estava assistindo ao vídeo do filme "Minha Amada Imortal" (Immortal Beloved), com o Gary Oldman fazendo o papel de Beethoven. Lá pelas tantas uma personagem fala "I forgave him 'cause of The Ode to Joy" (Eu o perdoei por causa do Hino à Alegria), a famosa Nona Sinfonia. Apareceu na legenda: "Eu o perdoei por piedade". Novamente o sentido foi pelo ralo. Tenha dó!
Fico assustado quando assisto a um filme falado em russo, japonês, chinês, iraniano ou qualquer outra língua que não compreeendo. De repente os diálogos foram todos reescritos durante um espasmo de criatividade do tradutor e a gente fica lá, bobamente olhando para a tela dizendo: "filme de arte é assim mesmo, hermético, não dá prá entender direito mesmo não..."
Publicado por Marcus Moura
11:25 PM |
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junho 18, 2003
Seqüestraram a governadora!
Recebi por e-mail. Como é melhor rir do que chorar, compartilho com vocês, coração pleno de esperança:
Um motorista para no trânsito do Rio de Janeiro e alguém bate no vidro do carro dele e diz:
"A governadora Rosinha foi seqüestrada e o resgate é de 50 milhões de dólares. Se o resgate não for pago, o seqüestrador vai jogar gasolina e atear fogo nela. Nós estamos arrecadando contribuições. Você gostaria de participar?"
O homem no carro pergunta:
"Na média, quanto o pessoal está doando?"
O outro homem responde:
"Em torno de 5 a 10 litros".
Quem dera...
Publicado por Marcus Moura
09:45 PM |
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junho 15, 2003
Os gatos do Jockey


Está acontecendo neste momento, em frente ao Jockey Club do Rio de Janeiro, uma manifestação contra a crueldade que vem sendo praticada pela direção do clube com os gatos que habitam aquelas redondezas, que estão sendo confinados em um gaiolão onde ficam expostos à chuva, ao calor, ao frio e sem os cuidados que voluntários costumavam prestar àqueles animais, já há alguns anos.
Ninguém acha que seja obrigação do Jockey abrigar felinos, porém exterminá-los com requintes de crueldade não é solução para o problema. A postura dos voluntários é a de vacinar os animais, castrá-los para evitar o crescimento descontrolado da população e organizar campanhas de adoção. A atitude do Jockey Club vem impossibilitando todas essas iniciativas, que aconteciam até o ano passado. O estado atual dos gatos do Jockey é de reféns da maldade da atual direção.
Crueldade contra a vida, em todas as suas formas, é um ato criminoso, sejam as vítimas animais, florestas ou pessoas.
Os gatos do Jockey precisam de nosso apoio: gatosdojockey@yahoo.com.br.
Expresse seu repúdio enviando um e-mail para: internetjcb@jcb.com.br (mande cópias para cesarmaia.IPLAN@pcrj.rj.gov.br)
Publicado por Marcus Moura
12:27 PM |
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