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julho 12, 2003
A violência está atingindo níveis cada vez mais preocupantes

 Peter Gabriel: Nngankarrparni (Sky Blue Reprise)
Publicado por Marcus Moura 02:22 PM | Comentários
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Dez coisas que você nunca deve falar para um guarda
01 Eu não vou conseguir pegar minha carteira de motorista, a não ser que você segure a minha cerveja.
02 Desculpa, seu guarda, eu não percebi que o meu detector de radar estava desligado.
03 Você não é aquele cara que canta no Village People?
04 Você devia estar a mais de 180 por hora para ter conseguido emparelhar comigo. Motorzão, hein!
05 Eu pensava que para ser policial era preciso ter uma boa forma física.
06 Você não está pensando em olhar no porta-malas, está?
07 Eu pago o seu salário!
08 Pô, seu guarda, vai me multar? O outro policial só me deu uma bronca.
09 Eu estava tentando manter a mesma velocidade dos outros carros. Eu sei, não tem nenhum carro em volta... Tá vendo como eles estavam andando mais rápido do que eu?
10 Como assim "se eu andei bebendo"? O senhor não é treinado para não precisar perguntar isso?
 Penguin Cafe Orchestra: Southern Jukebox Music
Publicado por Marcus Moura 01:46 PM | Comentários
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julho 11, 2003
Para aguardar ansiosamente
Já está sendo filmado, vai se chamar "The Aviator" e será dirigido por Martin Scorsese. Baseado na vida do milionário Howard Hughes, esta produção terá no elenco Leonardo DiCaprio fazendo o papel de Hughes, Kate Beckinsale como Ava Gardner, Gwen Stefani como Jean Harlow e - razão da minha ansiedade - Cate Blanchet no papel de Catherine Hepburn. Em matéria que saiu hoje na BBC Cate fala que foi inspirada pela vida e pela carreira de Hepburn e que será um desafio singular representar alguém cujo trabalho foi inventar personagens na tela. Cate conclui dizendo que Catherine Hepburn tinha um conceito muito particular de sucesso - algo que ela realmente admira - e que os estúdios nunca sabiam direito o que fazer com Hepburn, talvez por que ela fosse muito incomum. Grande Cate! Scorsese não poderia ter feito melhor escolha.
 John McLaughlin: Brise de Coeur
Publicado por Marcus Moura 02:44 PM | Comentários
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Chutando o balde
E aproveitando a onda politicamente (ou religiosamente) incorreta do post anterior, chutemos logo o balde: direto da Rússia, um joguinho em flash. Com a sua poderosa escopeta, mate todos os nativos que puder, mas cuidado: se o nativo te pegar primeiro ele te dunga-dunga.
(culpa do Vitor, que me mandou o link)
 Moby: Why Does My Heart Feel So Bad?
Publicado por Marcus Moura 11:49 AM | Comentários
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Iconoclastas!
Quando a gente acha que já viu tudo de esquisito na Internet e depara com este site, percebe que precisa rever seus conceitos de bizarro. Até porque navegando mais no tal sítio acaba esbarrando nesta página. Iconoclasta pouco é bobagem, o cara consegue anarquisar cristãos e satanistas.
(E, por favor, não me crucifiquem, eu só achei o link.)
 Quarteto Jobim & Morenlenbaum: Insensatez
Publicado por Marcus Moura 10:20 AM | Comentários
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Suplicando a Allah por justiça
Um Dua'a, mais que uma prece, é uma súplica. Um canto feito uma ladainha exaltando Allah e pedindo graças, sempre com a certeza de que a justiça e a força de Allah sobrepõem-se a todas as coisas.
Muçulmanos têm Dua'as para todos os propósitos: viajar, curar doenças, combater magia negra, obter sucesso nos negócios, resolver problemas. E triunfar sobre os inimigos - como é o caso deste Dua'a cantado pelo sheikh Muhammad al Mohaisany, durante o Ramadan (que, dizem, é uma das ocasiões onde o Dua'a tem a maior probabilidade de ser ouvido e aceito). Assista, neste clip em flash, a uma emocionada declamação de quase dez minutos, em árabe com legendas em inglês, suplicando por justiça e vitória. Veja o contraste entre a sonoridade da prece, as imagens apresentadas e o que está sendo dito; e perca suas esperanças de um entendimento entre muçulmanos, cristãos e judeus.
(O sheikh Mohamad al Mohaisany foi preso pelo regime Taghout, na Arábia Saudita, imediatamente após ter proferido o Dua'a.)
 Carole King: Way Over Yonder
Publicado por Marcus Moura 01:41 AM | Comentários
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julho 10, 2003
Zona Morta
No livro Zona Morta, de Stephen King, um homem sai de um estado de coma que durou cinco anos, após sofrer um acidente de automóvel. Pura ficção, a realidade pode ser mais contundente. O americano Terry Wallis, após sofrer um acidente de carro em uma sexta feira 13, em 1984, há dezenove anos atrás, saiu este ano do coma em que estava mergulhado desde aquela época. E, curioso, isto aconteceu em outra sexta feira 13, no mês passado. No livro de King, a personagem - um professor universitário - ganha poderes de vislumbrar o passado e o futuro das pessoas ao tocar nelas. Wallis, que está agora com trinta e nove anos, não parece ter manifestado nenhum dom especial até o momento. Suas primeiras palavras após este enorme hiato foram "mamãe" e "pepsi" (bem feito para a coca-cola!); finalmente conheceu sua filha de dezenove anos, nascida logo após o acidente, e acha que o presidente americano ainda é o Ronald Reagan. Nesses anos todos de silêncio, ocorreram poucas evidências de reações a estímulos externos por parte de Wallis. A mais intensa foi há dezoito anos atrás, quando os médicos avisaram à família que a conta do hospital estava em torno de cento e vinte cinco mil dólares: naquele momento Wallis começou a sacudir a cabeça na cama, de um lado para o outro, violentamente. Mas, também, com uma conta dessas nao há coma que agüente.
 Dead Can Dance: The Arrival and the Reunion
Publicado por Marcus Moura 10:20 AM | Comentários
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julho 09, 2003
Visitando prédios históricos
Faça um curso relâmpago neste endereço, em apenas três fáceis lições, e aprenda a reconhecer as características históricas mais importantes de uma construção. E para conferir se aprendeu tudo direitinho, teste aqui seus novos conhecimentos. Depois é só sair por aí impressionando todo mundo com a sua potentosa cultura (ou descole uma vaga no Patrimônio Histórico de sua cidade).
 Bill Frisell: Procissão
Publicado por Marcus Moura 05:27 PM | Comentários
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Foi mal...
Tem vezes que a gente bate com o nariz na porta...
 Beth Gibbons & Rustin' Man: Mysteries
Publicado por Marcus Moura 12:42 AM | Comentários
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julho 08, 2003
Os monolitos da vagina
O site do jornal inglês Guardian apresenta uma interessante matéria que radicaliza com todas as teorias sobre Stonehenge, o misterioso monumento de pedra localizado em Wiltshire, na Grã-Bretanha, e que há centenas de anos intriga pesquisadores, cientistas, esotéricos e curiosos do mundo inteiro sobre o seu real significado e propósito. Seria um observatório astronômico? Um espaçoporto para os extraterrestres que povoaram a Terra? Partes de um gigantesco computador que se perdeu na noite dos tempos? Um altar para rituais druidicos? Nada disso. Segundo o ginecologista inglês Anthony Perks, da Universidade de Columbia, que pesquisa há anos aquele monumento, Stonehenge é, na verdade, a representação de uma gigantesca vagina. Isso mesmo: um enorme monumento à fertilidade representando "a abertura através da qual a Mãe Terra deu à luz as plantas e os animais dos quais os antigos tanto dependiam". Perks publicou seu estudo no Journal of the Royal Society of Medicine, fartamente ilustrado com mapas e esquemas mostrando a similaridade do monumento com a anatomia feminina. Para ele, não restam dúvidas, mas para a maior parte dos pesquisadores, inclusive David Miles, arqueólogo chefe do English Heritage, sociedade que administra Stonehenge, Perks está indo um pouco longe demais com suas idéias. Miles argumenta que a teoria de que Stonehege foi construído para parecer com uma vagina quando visto do alto não tem o menor fundamento porque na pré-história ainda não existiam balões, ou nada que pudesse fazer com que as pessoas vislumbrassem o monumento do alto: "Como as pessoas poderiam ver isso? Até onde somos capazes de dizer, não havia balões de ar quente na pré-história".
Nisso eu concordo com o Miles, na pré-história os balões não haviam sido inventados. Mas discordo totalmente de sua argumentação. Ela é falha se voltarmos nossos olhos para a região de Nazca, no Peru, onde os estranhos riscos no solo, se visualizados de muito, muito alto revelam desenhos bastante complexos representando aves, aranhas, formas geométricas precisas etc. Seja lá quem fez aquilo, pretendia que a compreensão de seu significado viesse a partir de uma observação feita de cima. Mistérios, enfim.
Mas Miles acerta quando lembra a arqueóloga Jacquetta Hawkes - que defendia uma abordagem intuitiva e humanista para a arqueologia - quando dizia que cada época compreende Stonehenge de acordo com seus próprios olhos. "Na década de 60, na aurora da computação, Stonehenge era uma máquina de calcular gigante; anos mais tarde, durante o misticismo da nova-era, passou a ser um campo de pouso para alienígenas; na idade média acreditava-se ter sido edificado por gigantes. Tendo em vista esses padrões, essa ultima idéia traz consigo uma estranha abordagem do século vinte um".
Mas aqueles druidas, hein?...
 Sá & Guarabira: Canção dos Piratas
Publicado por Marcus Moura 05:48 PM | Comentários
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julho 07, 2003
Arte!

O site Web Gallery of Art, além de ser um interessante museu virtual com mais de 11600 ótimas reproduções de trabalhos de artistas europeus abrangendo o período entre 1150 e 1800, contém um eficiente banco de dados onde é possível pesquisar as obras por autor, palavra-chave, período ou escola. Organizado em ordem alfabética por autores (e uma seção "Gótico" em destaque), este site oferece informações muito boas sobre as obras e seus criadores, permitindo ainda que o visitante possa modificar a cor do fundo - branco, preto ou cinza - sobre o qual as imagens estão expostas, e também ampliá-las até 200% de seu tamanho na tela (com alguma perda de qualidade, mas nada que incomode muito). Pesquise, por exemplo, Michelangelo e depare-se com 400 trabalhos deste artista. Um endereço para se visitar muitas vezes.
 Elephant's Memory: Old Man Willow
Publicado por Marcus Moura 08:58 PM | Comentários
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Quer dizer algo melhor do que #?!!!##@*~!!?
Agora ninguém mais precisa levar desaforo para casa, seja lá onde estiver. O site insults.net garante um bom xingamento em trinta e nove idiomas. Xingue quem você quiser em grego, húngaro, persa, finlandês etc. Muito útil em viagens. Por exemplo, se no Marrocos você quiser insinuar que a mãe de alguém tem uma "vida duvidosa", simplesmente diga mook kebba. E, por favor, não espere o resultado, saia correndo. Um marroquino enfurecido deve ser meio indigesto, ainda mais depois disso que você falou da mãe dele.
 Egberto Gismonti: Lôro
Publicado por Marcus Moura 07:34 PM | Comentários
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Colcheias
Puxa, para mim, o blog realmente ficou muito mais legal com essas duas colcheias morando aí embaixo do post. Sério mesmo! Música é um negócio que estou sempre ouvindo ou fazendo; tem sempre alguma coisa ou tocando na minha cabeça ou saindo pelos meus dedos, e rever os posts desses últimos dois dias está sendo muito legal. Estou curtindo muito conferir o que andei ouvindo quando escrevia, poder ter esse registro. Existe um sem número de situações/fatos/lugares na minha vida que têm trilha sonora. Com certeza isso também deve acontecer com vocês.
Muitas coisas que já rolaram comigo, das mais banais às mais sérias, quando lembro delas, surgem sempre associadas com alguma música, da mesma forma que existem sons que imediatamente me remetem a um determinado fato ou circunstância da minha vida. Viagens, acampamentos, namoros, perrengues, felicidades, o mais banal dia-a-dia, tudo sempre teve uma trilha sonora, desde minha mais tenra idade. Ter a memória dessas músicas é muito bom, faz-me apreciá-las melhor e gostar mais da vida. Walkman, discman, players de mp3 ou quaisquer outros aparatos que tragam autonomia ao prazer de ouvir/incorporar a música sempre foram (e serão) bem-vindos. Ouvir, por exemplo, Laurie Anderson enquanto subia a escada rolante do metrô Uruguaiana às nove horas da manhã de muitos anos atrás, deixar a música de Richard Strauss envolver toda a paisagem no topo das Agulhas Negras ou embalar-me com Lou Reed ao andar pelas calçadas de Nova Iorque, são memórias das mais intensas, de uma época em que a música já estava conectada - fisicamente incorporada - aos meus ouvidos.
Mas em contraponto a isso, lembro dos meus seis anos, quando, ainda sem fones anexados e através de alto falantes de duvidosa qualidade, uma igreja perto de casa berrava música sacra todo fim de tarde, todo santo dia. E eu corria para o fundo do quintal para viver um momento que era só meu - minha pouca idade me fazia incapaz de compartilhar tamanha grandeza que eu sequer compreendia. Certamente foi numa dessas tardes cheias de ave-marias que eu despertei para a música. E agora, quando aperto F11 e o nome da música que estou ouvindo aparece escrito aí embaixo do post, eu apenas - de um jeito quase taoísta - gosto. Para vocês, uma sugestão para conhecer algo que, se me faz contente, é bom poder dividir. Mas, para mim, é ter uma visão futura do passado: ler isso daqui a algum tempo, além de me permitir saber/recordar o que eu ouvia, é poder resgatar um momento, quase viajar no tempo, e, por isso, compreender mais.
E canta, Susan McKeown!
 Susan McKeown: Lord Baker
Publicado por Marcus Moura 01:26 AM | Comentários
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julho 06, 2003
Não pague esse mico
Se um dia, para criar um clima diferente, você resolver fazer um strip-tease para a sua namorada ou esposa, nunca proceda desta forma. Além de ridículo, pode ser também perigoso. Depois não diga que eu não avisei.
 Joseph Arthur: Good About Me
Publicado por Marcus Moura 10:41 PM | Comentários
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Começando bem o domingo
Nada como acordar e descobrir que o impressões foi escolhido o blog favorito desta semana do site No Mínimo. E eu fico todo bobo (quer dizer, mais bobo ainda) e agradeço. Muito obrigado! :-)
 Pat Metheny: A Map of the World
Publicado por Marcus Moura 09:52 AM | Comentários
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